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23 de Agosto de 2017

A visão cristã sobre o conceito família

A visão cristã de como as famílias devem se comportar dentro da sociedade.

Tiolu Oliveira, Advogado
Publicado por Tiolu Oliveira
há 3 anos

Por Luiz de Oliveira - Juiz de Direito

Inicialmente precisamos entender que vivemos atualmente a era do livre arbítrio, onde o homem tem o direito de optar pelo seu modo de vida – lícito ou ilícito.

A ciência evoluiu de forma assustadora e a cultura humana também, todavia, os princípios básicos de valorização do homem como gênero humano permanecem inalterados.

Em termos de família, desde o princípio, a criação do homem e da mulher foi com o objetivo de companheirismo mútuo, gerando filhos e garantindo as gerações futuras.

Tanto o homem como a mulher não foram criados para aventuras sem previsão de resultados como ocorrem nos dias atuais, sem compromisso com sua própria prole.

A família sempre foi o princípio básico de sustentação da dignidade humana, honestidade, respeito social e referencia de desenvolvimento de qualquer país.

As denominações religiosas, principalmente aquelas que seguem a risca a doutrina cristã, têm importante papel na formação familiar do ser humano.

Ao contrário do liberalismo, não com imposição, todavia, na forma de conscientização, as denominações religiosas cristãs trabalham no sentido de orientar e mostrar os perigos do mundo moderno, desastroso para o ser humano, fato público e notório em todo o universo.

A desestruturação da família, abrigo do ser humano, como ocorre nos dias de hoje, provém do próprio poder público na aplicação de equivocadas políticas públicas, tais como, a exemplo, incentivo ao sexo liberal, ao invés de conscientizá-los sobre os perigos dessa prática, distribuem preservativos até em escolas públicas, conduta que tem causado prejuízos irreparáveis à nossa juventude. Daí, um caminho muito curto para superar os princípios primitivos da educação familiar, tomando, frente ao liberalismo, outros caminhos desastrosos, tais como, o consumo e o comercio de substancias entorpecentes e por conseqüências, a prática de outros delitos de natureza grave.

Não há dúvida que hoje há uma batalha travada entre os bons conceitos familiares, de como seus membros devem se comportar dentro da sociedade, e a falsa modéstia do poder público com princípios equivocados de uma duvidosa democracia onde se pode tudo e não se restringe nada.

E com isso, vivemos índices criminais insuportáveis, quando o Estado monopolizando a segurança pública coloca toda a sociedade em risco permanente, seja em vias públicas, seja dentro de sua própria residência.

A experiência de 20 anos de Magistratura demonstrou que raramente uma pessoa adulta, com boa formação familiar se envereda para o mundo do crime.

O início, na maioria em massa, provém da juventude, e muitas vezes, quando criança (menos de 12 anos), evidenciado por um liberalismo selvagem vestido de falsas roupagens no sentido de que o ser humano precisa ser livre – “viver a vida”.

O Estado monopolizou a educação de nossos jovens, restringindo o exercício do pátrio poder por conta de casos isolados em que pais desnudos de calor humano e cristão exageraram na forma educacional de seus filhos.

Não há dúvida e mais uma vez a experiência é quem expõem dados concretos, que a dignidade do homem ou mulher, a honestidade e o respeito social começam ainda nos tempos da fralda, quando a criança está totalmente dependente de seus responsáveis. Quer dizer, se a família é bem estruturada, bem provável que a prole futura também o será.

Sem fugir do tema, mais uma vez se destaca o trabalho de conscientização sobre a educação familiar proveniente de denominações religiosas sérias.

As famílias ligadas a uma dessas denominações, repito, que seja séria, conseguem educar seus filhos, formando alicerces de resistência ao liberalismo, por conseqüência, cria barreiras transparentes para os caminhos da prostituição e corrupção do próprio gênero humano.

Concluindo, as denominações religiosas que seguem princípios cristãos procuram conscientizar e visualizam a família dentro da sociedade como uma garantia de preservação sadia do próprio ser humano como imagem e semelhança do seu próprio criador.

41 Comentários

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"A desestruturação da família, abrigo do ser humano, como ocorre nos dias de hoje, provém do próprio poder público na aplicação de equivocadas políticas públicas, tais como, a exemplo, incentivo ao sexo liberal, ao invés de conscientizá-los sobre os perigos dessa prática, distribuem preservativos até em escolas públicas, conduta que tem causado prejuízos irreparáveis à nossa juventude."

Sim, a distribuição de preservativos em escolas públicas tem causado prejuízos irreparáveis, como a prevenção de gravidez indesejada e prevenindo ainda doenças sexualmente transmissíveis. continuar lendo

hhahahaaha exatamente! continuar lendo

Se reduzirmos o ser humano a um animal irracional com seus instintos primais e nada mais, gravidez e DST são realmente as únicas coisas que sobram de lucro.
Mas o ser humano é só isso?
Será que devemos nos portar como cães a seguir instintos que na maioria das vezes não dão conta do porvir?
O montante de crianças e adolescentes que usam preservativos não diminui a quantidade de concepções ou contaminação por DST qualquer que seja.
Não há solidez na educação sexual e isso é mostrado muito facilmente na quantidade de crianças gestantes e demais que ainda contraem DST's.
A relação sexual é um ato extremamente íntimo e, para as camadas mais simples da sociedade usadas como bastião para defender a promiscuidade das castas mais afortunadas é uma falácia tão fraca que reduz-se ao ridículo. continuar lendo

Rafael

Me desculpa, nada pessoal, mas pra mim algo que "reduze-se ao ridículo" é alguém em 2014 se declarar "apologista da família tradicional". Contrario sensu, entendo que não aceitas como "família" um casal de pessoas do mesmo sexo, o que vai de encontro a uma série de princípios fundamentais. continuar lendo

Rodrigo, família tradicional é realmente o que desejo ver, mas não demonizo de forma alguma casais homoafetivos família tradicional é formada de líder, mantenedor e prole, em alternância às vezes de papéis entre provedor e líder, mas jamais pela prole. MAS não posso defender de forma alguma que a família não é um bom modelo o qual o Estado tem deteriorado.
O Estado apregoa o "não ter família" e vemos isso muito bem. Sou de escola pública e tenho conhecimento de causa quando falo de professores que formam opinião anti-família, insubordinação, e promiscuidade. Escolas com valores mais refinados estão sim nas mãos de pessoas com alto poder aquisitivo. E, olhando uma casa simples, onde uma criança de onze anos já é mãe, ou quantidades de crime de aborto muito além do que se pode dizer horrendo, deixa a distribuição de preservativos em escolas só com um belo comitê de boas-vindas a vida sexual ativa. Sem nenhum ganho ao indivíduo. continuar lendo

Pois é! A vida é feita de escolhas, para cada escolha existe um efeito ou uma consequência, e o Estado cada vez mais tem se intrometido nas escolhas das pessoas e transferindo os efeitos.

Sexo livre tem suas vantagens (assim pregadas) e suas consequências!
Colocar na cabeça de CRIANÇAS apenas as vantagens desta liberdade sexual e sair distribuindo preservativo por ai com pretexto de prevenir gravidez indesejada e DST é muita hipocrisia e irresponsabilidade.

Felizmente ridículo sou, pois não aceito chamar como família um "casal" de pessoas do mesmo sexo.

Só pra constar eu diria que sou um defensor da "família tradicional" mas não um atacante das famílias digamos que não tradicionais, acredito que até em respeito aos princípios fundamentais. continuar lendo

Muito legal o texto, mas discordo de quase tudo. É que há um problema aí: quem foi que disse que este modelo de família que temos é o modelo de família cristã? Ora, a história mostra que a família passou por inúmeras transformações e não foi diferente com o cristianismo - e nem a tradição judaica, veterotestamentária. Um simples artigo joga luz nisto:

http://periodicos.est.edu.br/index.php/estudos_teologicos/article/viewArticle/609 - Casa e Casamento no Antigo Testamento (Erhard S. Gerstenberger)

E nem vou falar sobre o livro "A origem do Estado, da família e da propriedade privada", do Engels, pra não falarem que é discurso de comunista... (Mas recomendo a leitura do livro!)

A família é uma produção social, assim como a religião e, lógico, como a religião cristã. A família é uma instituição e, como toda instituição, protegida por muitos interesses. A família é como o Sábado e Jesus disse: "o Sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado."

Discordo veementemente desta parte:

"As denominações religiosas, principalmente aquelas que seguem a risca a doutrina cristã, têm importante papel na formação familiar do ser humano."

O modelo cristão das coisas é só mais um modelo, mas não é o melhor e nem, muito menos, o principal. E o modelo cristão, atual, que temos é patriarcal. Ora, por ser patriarcal já não é fiel ao ensinamento cristão que diz que "Não há judeu nem grego, escravo ou livre, homem ou mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus."

E aqueles que "seguem a risca a doutrina cristã" tendem a não aceitar a família homoafetiva, o que é preconceito e foge aos ensinamentos de Jesus que dizia:

"Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas; Mas que lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo." (Atos 10:34-35)

Tenha uma boa tarde e Deus nos abençoe. o/ continuar lendo

Você foi muito feliz em seus argumentos.
A fé cristã não é o único modelo familiar com resultados surpreendentes para uma sociedade mais saudável. Lembrando que quando se rui este modelo, não tem um semelhante na humanidade que tenha tamanho benefício a coletividade.
A promiscuidade apregoada por pessoas que querem justificar seus atos reprováveis a sociedade a qual ele deseja ser membro deve ser questionada. Pois querem forçar modelos utópicos que até hoje só dão aulas de como fazer banhos de sangue em sociedades de todo o mundo.
Em qualquer cultura que se valorize a família (pai (ou líder), mãe (ou mantenedor) e filhos (ou prole), mesmo que polígamo), tem um forte apelo moral, que tem um sólido conceito, mesmo que seja chocante entre algumas culturas de quem é na família o líder, o mantenedor da prole e a prole que deve se submeter aos dois anteriores.
O que passa disso, é abominável até a certos animais, com casais eternos, manadas, grupos matriarcais, e demais coletivos.
Até mesmo bactérias formam colônias e, quando quebram este ciclo, são banidas ou formam outras colônias. continuar lendo

Comentário esplêndido. continuar lendo

Pois é, Rafael. Lembrando que...

http://www.paulopes.com.br/2009/01/pases-menos-religiosos-so-mais-justos.html - Países menos religiosos têm mais justiça social.

"Ele constatou que os países menos religiosos são os que tendem a ser mais saudáveis, morais, igualitários, livres. Já onde há forte presença de Deus, das religiões, há mais corrupção, pobreza e crimes."

E nem é preciso um estudo pra comprovar que isto é verdade. continuar lendo

Concordo com você.
A estrutura familiar é o grande sucesso da sociedade.
Quanto tentam rompê-lo, é ganho de causa para o caos.
Não há nenhum lucro para a sociedade eliminar o conceito de grupos extremamente afetivos formados por poucos, e, o exemplo mais sustentável é o de pai, mãe e filhos, com as suas variáveis.
E, o maior índice que leva a obter muito resultado sobre AFETO influenciando a célula mãe da sociedade nem é a promiscuidade em si, mas a taxa de suicídios por países onde os laços afetivos familiares são frouxos, onde não se ama quem está dentro da própria casa. continuar lendo

Só lembrando que não há uma separação entre religioso (ritualista) e religioso (espiritualista) na pesquisa.
O que põe homens-bomba como religiosos no mesmo balaio que uma freira que vive intensamente uma vida de caridade. continuar lendo

Wagner boa tarde. Tenho 53 anos e achei muito interessante seus comentários, inclusive com algumas citações bíblicas, em que pese foram tiradas FORA do contexto em que foram ditas. Infelizmente vc omitiu algumas outras passagens mais esclarecedoras que aquelas mencionadas com relação ao tema abordado. Pelo seu retrato penso que vc estudou direito e gosta muito de ler, o que é excelente, mas sem saber sua idade, penso que talvez não deve ter tido a oportunidade de estudar Direito Romano e/ou sociologia aplicada ao direito, cadeiras obrigatórias no meu tempo de faculdade que fortaleciam a ideia de direito originário/consuetudinário no contexto "familiar". Fui um leitor e estudioso compulsivo de inúmeros materiais leigos e clérigos sobre quase todas as religiões e secularismo; fui professor de história auxiliar de meu curso pre-vestibular tendo em vista o meu grande interesse pela matéria e, ainda, sempre preconceituoso com relação a fé cristã "tão radical em seus princípios fundamentais". Concordo plenamente contigo também que temos cristãos exponenciais que mais "dividem" do "somam" à Obra de Cristo, se vc observar dentro do aspecto histórico/filosófico de seus ensinamentos (excludentes à religião). Temos muitos que "professam" sua fé sem "praticarem" tais lições e com certeza isso prejudica e dificulta a compreensão de Deus, Cristo e/ou o Espírito Santo . Hj sou cristão convicto e, por força de minha característica pessoal fui estudar teologia (hermenêutica, homilética, etc..) e quase esqueci do principal que é o que vc falou no final de sua intervenção "Deus os abençoe". Esse é o pressuposto básico que todos nós necessitamos para encontrar Deus: "crer que Ele existe". Essa fé nós também precisamos para crer em outras coisas que não estão ligadas à Deus e ela é parte de um conceito psicológico humanista onde fé=convicção=certeza. Só para citar um exemplo sobre os estudos de Engels, boa parte de seus ensinos são baseadas em "tese ou sínteses histórico/social" obtidas sob uma única ótica final: a sua interpretação "supostamente" lógica e pessoal dos fatos. Vc pode concordar com as opiniões dele e isso é um arbítrio seu, mas o vazio interior que sentimos quando não compreendemos Deus ou o que Ele é, não será preenchido por outra "coisa" senão "algo" de forma sobrenatural. Se me permitir uma sugestão continue lendo a Bíblia e, SE ACREDITAR em Deus, peça à Ele que lhe dê discernimento sobre essa Sua Palavra e seus ensinamentos. Talvez, após isso, vc mude de opinião com relação à família nos moldes ensinados pelo Cristo que vc acredita e conhece e que foram mencionados no artigo ora em comento. Grande abraço e que Deus nos dê à todos discernimento sobre seus ensinamentos e lições. continuar lendo

Só lembro ao comentarista uma coisa: todo o arcabouço ético ocidental está, de uma forma, ou de outra, centrado na ética judaico-cristão, ou seja: apesar da laicidade dos estados, é fato que a também o arcabouço ético e jurídico está marcado de forma indelével pelos referidos valores. O que, nem de longe, é ruim, eis que, examinando o tema com vagar, descobrimos que a noção de respeito aos direitos individuais é bíblica .... não que a Bíblia tenha adotado tal princípio, mas porque, em verdade, o definiu como ponto focal. continuar lendo

Wagner, meu amigo ....
A situação de países como Suécia e Dinamarca é bem curiosa, e mostra como é fácil perverter o sentido das coisas, e, ao final, o povo até acaba achando normal.
Pois bem, em ambos os países - muito desenvolvidos, e noutros da mesma estirpe - embora tivessem uma postura corrente na fé protestante, ao longo dos anos viram os governos se utilizando da igreja - não da religião - como instrumento de manutenção de poder: é só olhar a história para confirmar.
Mas ficou pior: nesses países - e noutros de boa estirpe a que já me referi - a "religião" continua meio que sendo um negócio de estado - se antes era do rei, agora é de todo mundo - mormente o fato de que a manutenção econômica de igrejas está inserta nos orçamentos públicos.
"Orçamento público ?" Dirão. Sim, orçamento público, ou seja, o sacerdote, querendo ou não, e meio que um tipo de funcionário público.
Bem .... se já é difícil confiar no administrador público, que se dirá de quem é "sacerdote público"?
Noutras palavras, ponha o estado no meio, e tudo perde a credibilidade; e, convenhamos, se o nível cultural é mais alto, por óbvio que o cidadão não apenas fica, mas também tem o direito a ficar desconfiado ....
Hummmm ... mesmo eu, que sou reformado, tenho lá minhas desconfianças com esse negócio de pastor recebendo do governo ..... Imagine se isso fosse aqui??!! continuar lendo

Wagner!

Acho muito infeliz a reportagem que você mencionou!

As questões levantada não estão ligadas a religião e sim política, educação e justiça!

Suécia e Dinamarca são "onde mais se respeita as crianças, os velhos, a natureza, é onde mais se cuida da saúde, da democracia e do combate à criminalidade" por terem maior desenvolvimento do sentimento de coletividade, por terem o respeito próprio e ao próximo como base de tudo, pela justiça ser igual a todos (Monarcas, Executivo, Judiciário, Legislativo e Povão).

Concordo em dizer que é "balela o conceito segundo o qual a sociedade que não cultua Deus está condenada a atrocidades de toda ordem", mas colocar a culpa em Deus pelas atrocidades á mais que um exagero! Principalmente no caso do Brasil, o pensamento secular em relação ao Dinheiro, Respeito, Submissão e Coletividade tem elevado as distorções e castigado os cidadães.

Vamos fazer um exercício! Me fale uma instituição atuante no Brasil que não esteja ligada a religião ou ao Governo:

- GreenPeace = Pode até ser!
- Unicef = pode até não estar ligada mas usar a fé das pessoas para manter seus fundos não vale tá!

Os maiores gastos com criança, idosos e natureza que não estão ligados ao Governo estão ligados com a religião.

Quando não é distorcida pelas pessoas que se dizem religiosas, apenas com o intuito de enganar e enriquecer, a religião, os ensinamentos da Bíblia, e a fé tem como único objetivo uma sociedade igualitária e justa.

A sociedade que está na Bíblia pode até ser utópica, mas se você conseguir extrair dela (mesmo que excluído o caráter religioso e Deus), os objetivos que estão descritos nos relatos e parábolas, os mandamentos e conselhos poderiam ser transformados em um ótimo código de conduta para a humanidade. continuar lendo

Honrado Magistrado!
As denominações sérias - como o senhor bem denominou - têm extrema dificuldade em concorrer com a des-educação praticada nas escolas, sob patrocínio oficial. Se dependermos desse Estado lascivo na orientação dos jovens, tudo vira "repressão política" e "exagero", e o resultado que temos é exatamente o quadro ora vivido.
Parabéns pelo alerta. continuar lendo

Trocar Estado Laico por Estado Lascivo encaixou muito bem para nosso desgoverno, parabéns! continuar lendo

Defender algumas coisas como a responsabilidade que é fazer sexo, fazer o certo mesmo que não seja feito por ninguém ou então não fazer o errado mesmo que todo mundo o faça, independente de religião exige muito tempo e dedicação.
Além de oferecer algumas saias justas complicadas! continuar lendo

Caro Magistrado

Li o texto e até mesmo copiei digitando tão sábias me pareceram estas letras, entretanto sei o sr. entende que mesmo entre os mais inteligentes e cultos haverá aqueles que não compreenderão o conceito natural homem, mulher, filhos e costumes saudáveis.

Li os comentários e reconheci até mesmo ódio ao que foi escrito, regurgitos de trevas recaem sobre a família tradicional e querem a todo custo introduzir costumes que contrariam o senso de reprodução da espécie. mas, a natureza, ou melhor dizendo, Deus, Ele é o Criador do bem e do mal e pôs um em contrário ao outro para provar os bons. As pessoas se casarão com pessoas do mesmo sexo e se querem que isso seja considerado família que seja, não me diz respeito.

Lembro do tempo em que um beijo na televisão foi considerado um escândalo, hoje até o sexo é normal, há de chegar o dia, infelizmente, que a união entre um homem e um animal será pleiteado com normal também, que seja, ninguém impede os desvarios humanos, isso já ocorre em alguns países, é o tal do proxeneta.

http://www.cmjornal.xl.pt/mundo/detalhe/prostituicao_animal_e_negocio_em_espanha.html

Admiro-me ainda não haver passeata para legalizar a pedofilia.

O que hoje é abominável até para o mais liberal um dia será natural.

O mundo mergulhará em trevas, entretanto os que são de Deus e por consequência cristãos não haverá conceito, lei ou mandamento que os desvie daquilo que para poucos é saudável.

A família tradicional sempre será execrada, mas permanecerá até o dia de Noé, quando Deus olhar na terra e não ver um justo sequer. continuar lendo